quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Idiomas da África do Sul

As línguas oficiais são o inglês (língua materna de 8% da população), africâner (14%), idioma derivado do neerlandês com influências limitadas de línguas indígenas, malaia e inglês. As línguas nativas e oficiais incluem o zulu (22%), xhosa (17%), suázi (2%), ndebele (1%), sotho meridional (7%), sotho setentrional (9%), tsonga (4%), tswana (8%) e venda (2%).http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_do_Sul

História da África do Sul

História da África do Sul, e também a Cronologia da História da África do Sul. Os primeiros navegadores europeus, portugueses principalmente, chegaram à África do Sul no século XV. Diogo Cão alcançou a costa sul-africana em 1485 e em 1488 foi a vez de Bartolomeu Dias.
A História do país, propriamente dita, começa no
século XVII com a ocupação permanente da região do Cabo da Boa Esperança pelos holandeses. Em 1909, a união das colónias britânicas de Cabo, Natal, Transval e Orange River origina a nação da África do Sul.
De
1948 a 1993/1994, a estrutura política e social é baseada no apartheid, o sistema legalizado de discriminação racial que manteve o domínio da minoria branca nos campos político, económico e social.
Em
1983, é adotada uma nova constituição que garante uma política de direitos limitados às minorias asiáticas, mas continua a excluir os negros do exercício dos direitos políticos e civis. A maioria negra, portanto, não tem direito de voto nem representação parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do apartheid, é o Partido Nacional, enquanto a principal organização política negra é o Congresso Nacional Africano (ANC), que durante quase 50 anos foi considerado ilegal.
Mais tarde, em
1990, sob a liderança do presidente F. W. de Klerk, o governo sul-africano começa a desmantelar o sistema do apartheid, libertando Nelson Mandela, líder do ANC, e aceitando legalizar esta organização, bem como outras anti-apartheid.
Os passos seguintes no sentido da união nacional são dados em
1991. A abertura das negociações entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constituição democrática, marca o fim de uma época na África do Sul.
Em 1993, o governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comité executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim do Apartheid.
Em Abril de 1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro presidente sul-africano negro. Em
2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de carácter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20 de Setembro de 2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado.http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_do_Sul

Revista África e Africanidades

Em agosto de 2007 surgiu o Espaço África e Africanidades (
www.africaeafricanidades.wordpress.com), cujo objetivo principal era subsidiar professores e estudantes a partir da disponibilização de materiais e divulgação de fontes de pesquisas, cursos e eventos sobre história, cultura e literatura africana e afro-brasileira. Em pouco tempo confirmamos a nossa hipótese inicial e que motivou a primeira empreitada (as informações sobre a temática ainda são insuficientes, dispersas, pesquisadores e suas produções acadêmicas ainda ganham espaço secundário em relação a outros conteúdos, com exceção dos grandes centros de pesquisa com pouco espaço para novos pesquisadores; e que o interesse pelo tema vem crescendo em todos os campos da sociedade). No período de agosto de 2007 a maio de 2007, o espaço África e Africanidades recebeu em torno de 5.648 visitas com diversos pedidos de materiais e apoio a pesquisas e planejamentos para sala de aula. Dessa demanda explícita, nasceu um novo projeto, ousado pela falta de patrocínio, equipe reduzida e composta por voluntários, _ nasce a Revista África e Africanidades.

No último dia 13 de maio a Revista África e Africanidades foi lançada em um evento, na Central do Brasil, reunindo um público heterogêneo, formado por estudantes, professores, pesquisadores, artistas e representantes de movimentos sociais.

A Revista África e Africanidades é uma publicação online com periodicidade trimestral voltada para discussão, reflexão e divulgação das temáticas africanas e afro-brasileiras. O periódico reúne conteúdo acadêmico, tais como artigos e resenhas de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e especialistas nacionais e internacionais, nas áreas de história, sociologia, literatura, antropologia entre outras. Traz ainda colunas de caráter informativo e de entretenimento que abordam as mais diferentes áreas, tais como direito, saúde, comportamento, teatro, gastronomia, reunindo pesquisadores, professores e técnicos especializados.


Essa pesquisa foi tirada de: www.africaeafricanidades.wordpress.com
A influencia do negro em nossa cultura

A cultura afro-brasileira a inserção da população negra na sociedade brasileira se deu pelo trabalho base da organização econômica e da convivência familiar social e cultural.A miscigenação avança,com um número cada vez maior de mulatos.Nasce uma religiosidade popular em torno de irmandades católicas e dos terreiros de umbanda e candomblé.Em1800 cerca de dois terços da população do país 3 milhões de habitantes eram formados por negros mulatos cativos ou libertos.A cultura afro-brasileira e uma das que mais se destacam no cenário do sincretismo religioso no Brasil.
A musica e a dança dos descendentes africanos são exemplos vivos do que é o patrimônio cultural do continente negro amadurecido ao longo do milênio.

A situaçao do negro em nosso pais!

No CONNEB estão presentes entidades negras de todos os estados do Brasil. O Encontro conta com uma programação ampla, visando nortear as discussões que serão aprofundadas no ano de 2008.


Danças Africanas


Um dos estereótipos mais persistentes sobre a cultura africana é provavelmente que os africanos são um povo que tem um talento inato para o ritmo, o movimento e a dança. Quando se pensa em danças de África, geralmente, vem-nos à memória danças tradicionais e rituais, com os seus saltos atléticos, figurinos exóticos e ritmos de êxtase. A dança tradicional africana é, de facto, uma expressão fortíssima de sentimentos artísticos, emocionais e religiosos, que não tem igual pelo mundo fora. No entanto, esta imagem precisa de dois importantes ajustamentos. Em primeiro lugar, é uma generalização pouco correcta falar do ‘povo africano’. África é habitada por centenas de povos diferentes e, embora tenham muito em comum, cada um destes povos tem a sua própria cultura, os seus próprios hábitos e muitas vezes a sua própria língua. Só em Moçambique, por exemplo, são faladas 52 línguas africanas diferentes. Em segundo lugar, é importante frisar que África é um continente em movimento. Houve, em todos os novos estados africanos, a seguir da independência, um movimento forte e natural que procurava voltar às origens. Finalmente, pensava-se, era possível viver a própria cultura, sem restrições, sem medo, sem interferência da cultura do colonizador. Na área da dança, isto significava um esforço admirável de pesquisa e re-descobrimento das danças tradicionais, muitas vezes já fora de uso depois de anos de guerra. Nesta primeira fase, tudo o que vinha do ocidente era suspeito, mas à medida que as relações com os países do Norte se iam regularizando, cresceu a curiosidade e a vontade de se inserir num ‘mercado’ artístico cada vez mais internacional. Começando pela música, os artistas do velho continente começaram a experimentar misturar elementos locais com influências artísticas internacionais.Também os bailarinos e coreógrafos, começaram a procurar alargar o seu vocabulário. Hoje em dia, existem em vários países africanos companhias e coreógrafos que já não se contentam com a manutenção das danças tradicionais; querem assumir o papel do autor/criador e alargar o seu vocabulário coreográfico, para poder falar sobre a vida urbana, com a sua aceleração, o seu cosmopolitismo, os problemas sociais,... Hoje em dia, a procura destes pioneiros de uma nova fusão entre as suas raízes culturais africanas e as várias formas e estilos da dança contemporânea ocidental, é uma das mais fascinantes evoluções da arte coreográfica. Em dois pequenos ciclos, o Centro Cultural de Belém apresenta estas novas danças africanas: este mês de Dezembro, serão apresentadas duas peças do coreógrafo Mano Preto da companhia Raiz di Polon de Cabo Verde, Pêtu e CV Matrix 25, e o espectáculo Figninto da companhia Salia nï Seydou de Burkina Faso. Para o mês de Junho do próximo ano, já estão previstas duas estreias, uma pela companhia Raiz di Polon, desta vez numa coreografia de Zema Monteiro, e outra pela Companhia Nacional de Canto e Dança de Moçambique.


http://www.attambur.com/Noticias/20004t/raiz_di_polon.htm