quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Copa do mundo de 2010
Phelipy Nº34 6ª A

Vírus misteriosos mostram-se os mais mortíferos

O letal e pouco conhecido Marburg causa muitas mortes na ÁfricaDenise Grady escreve de Uige, Angola, para ‘The New York Times’:Curandeiros tradicionais daqui dizem que suas avós tinham conhecimento de uma doença hemorrágica semelhante à atual epidemia de febre hemorrágica que matou 244 das 266 pessoas que a contraíram.
Kamilla e Thiago do CEF 03 6°A

O letal e pouco conhecido Marburg causa muitas mortes na ÁfricaDenise Grady escreve de Uige, Angola, para ‘The New York Times’:Curandeiros tradicionais daqui dizem que suas avós tinham conhecimento de uma doença hemorrágica semelhante à atual epidemia de febre hemorrágica que matou 244 das 266 pessoas que a contraíram.
Kamilla e Thiago do CEF 03 6°A


O letal e pouco conhecido Marburg causa muitas mortes na ÁfricaDenise Grady escreve de Uige, Angola, para ‘The New York Times’:Curandeiros tradicionais daqui dizem que suas avós tinham conhecimento de uma doença hemorrágica semelhante à atual epidemia de febre hemorrágica que matou 244 das 266 pessoas que a contraíram.
Kamilla e Thiago do CEF 03 6°A

ÁFRICA DO SUL: UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA



Quando as eleições de 1994 foram realizadas, nascia, naquele momento, uma nova África do Sul. Nelson Mandela, líder negro sul-africano que ficou preso por 27 anos ficou devido ao ideal de acabar com o apartheid, venceu a eleição. Três séculos de soberania dos brancos sobre a maoria negra da população finalmente chegavam ao fim.Esse novo começo para o país chamado de “Rainbow Nation” - ou, como diz o Arcebispo Desmond Tutu, primeiro arcebispo negro sul-africano, “Rainbow Children of God” - significava, pela primeira vez, que todas as pessoas da África do Sul, independentemente da cor, credo ou sexo, eram iguais. Em 1997, uma constituição inédita garantiu ao povo esses direitos.

Os 300 anos de história sul-africana que precederam essa dramática reviravolta em direção à liberdade e à democracia explicam como tudo deu tão errado em um período de tempo tão longo. Colonizadores europeus brancos de três países lutaram entre si pelo direito de controlar um território vasto que, na opinião de cada um, pertencia a eles. Na mesma época, tribos negras fizeram o mesmo. E os colonizadores ainda travaram batalhas com as tribos que atravessam seu caminho. Foi nessa época que minas de ouro e diamante foram descobertas. Os negros foram trabalhar nas minas, enquanto os brancos ficavam mais ricos.Para que a história não pareça confusa, é necessário que se fale sobre o papel social e político da África do Sul na História Antiga do mundo.

Antropologia
O que se sabe sobre o habitante mais antigo do território que mais tarde seria chamado de África do Sul vem de teorias de antropólogos, que o chamam de hominídeo, precursor de espécies mais evoluídas como o homo habilus, homo erectus e homo sapiens. Em 1947, fósseis de hominídeos de três milhões de anos de idade foram descobertos nas cavernas Sterkenfontein Caves, perto de Krugersdorf, a oeste de Joanesburgo.O homem moderno apareceu no cenário há três mil anos. O povo africano Khoisan, que vivia na região norte de Botsuana, abriu mão da caça para criar gado, atividade que os outros africanos já estavam aprendendo. Eles chamavam a si mesmos de Khoikhoi, o significa homens dos homens, e se referiam aos que permaneceram caçadores como San. Não havia fronteiras naquela época e os dois grupos, Khoikhoi e San, povoaram as terras.
Colonização da Região do Cabo
Em 1652, quando a Companhia das Índias holandesa se instalou permanentemente na Cidade do Cabo, a colonização não estava em primeiro plano. O navegador português Bartolomeu Dias tinha dado a volta na região do Cabo e chegado a Mossel Bay em 1488, enquanto outro explorador português, Vasco da Gama, tinha descoberto a rota para a Índia, passando pelo Cabo, em 1497. Como a Cidade do Cabo era um porto conveniente para quem vinha e ia para o ocidente, os holandeses enviaram o comandante Jan van Riebeeck para o local, onde ele se desentendeu com os Khoikhois (chamados de Hottentots pelos holandeses). Ele declarou guerra ao povo Khoikhoi e aprisionou seus líderes em Robben Island, dando início ao período histórico de colonização. Mais tarde, van Riebeeck estabeleceu que os brancos eram os colonizadores, criando uma colônia de escravos, cuja maioria era de indonésios. Os primeiros colonizadores brancos levavam suas vidas em pequenas fazendas na Cidade do Cabo, onde se alimentavam de carne e bebiam vinho. As colônias se espalharam pelas montanhas e chegaram rapidamente aos pastos secos do interior. Com isso, aconteceu uma mudança relacionada à percepção que cada grupo tinha de si mesmo: os colonizadores decidiram se diferenciar de seus irmãos da Holanda e se autodenominaram Boers (palavra que significa fazendeiros) ou Afrikaaners (africanos). As mortes começaram a acontecer quandos os “novos” colonizadores decidiram tomar o que bem entendessem, matando os adultos dos grupos Khoikhoi e fazendo de seus filhos serventes domésticos.Em 1688, os Hughenots, um grupo de 220 protestantes franceses que tentavam escapar da perseguição religiosa, chegaram ao território e introduziram os conhecimentos para o cultivo da uva.
A chegada dos Britânicos
Quando os holandeses fecharam a Companhia das Índias em 1795, as forças inglesas tomaram o controle da região do Cabo. Os britânicos devolveram o poder aos holandeses no breve período de 1803 a 1806, mas depois resolveram tomá-lo novamente. Uma das primeiras iniciativas do governo foi atacar o povo Xhosa, que estava enraizado dentro das áreas dos colonizadores brancos.Quando o coronel britânico John Graham seguiu as instruções de incitar “um grau apropriado de terror” no povoado Xhosa e expulsá-lo de lá, ele foi homenageado em 1812 com uma nova cidade, chamada de Grahamstown.
As Guerras do Século 19: Luta pelo Poder
Em 1819, para colocar seu selo na região, os britânicos enviaram 4 mil colonizadores, concedendo a eles terras conhecidas como Zuurveld, às margens do rio Great Fish. A vida era cruel e sem perspectivas. Para piorar a situação, eles tiveram que pagar impostos por seus privilégios, o que causou ressentimento em relação ao regime britânico na Cidade do Cabo - o que já havia acontecido com os Boers.Os britânicos estavam mais interessados em desafiar o estilo de vida dos Boers. Uma série de ordens foi dada para destruí-los. O Decreto 50 de 1828 aboliu o trabalho forçado e a diferença de cor em relação às leis, abrindo o caminho para a abolição da escravidão em 1834.Os Boers, como resposta, resolveram partir para as terras além do rio Orange, que ainda estavam fora do controle britânico. Esse êxodo em massa ficou conhecido como o Great Trek. Enquanto isso, outro tipo de revolução estava acontecendo ao norte do rio Thukela, na área que hoje representa a província de KwaZulu-Natal: a tomada do poder pelo exército do reino de Zulu. O reinado de Shaka Zulu (de 1818 a 1828) foi marcado pelas manias do déspota que até hoje intriga os historiadores. Em 1828, Shaka foi assassinado por seu irmão Dingaan, que na época negociava terras com Piet Retief, líder dos imigrantes Boers, também chamados de Voortrekkers. Dingaan ordenou o assassinato de Retief.
A Batalha de Blood River
Os Boers uniram suas forças sob o comando de Andrius Pretorius, que mais tarde originou o nome da capital da África do Sul. Os Zulus foram vencidos na Batalha de Blood River, uma questão que até hoje toca o orgulho nacionalista dos Afrikaaners. Na década de 1930, os historiadores Afrikaaners reinterpretaram a batalha como um sinal divino de que os descendentes dos Voortrekkers eram pessoas enviadas por Deus que deveriam dominar a África do Sul.Nessa mesma época, outra guerra foi travada entre os britânicos e os Xhosas, dessa vez na divisa leste do país. O conflito foi tão longo que ficou conhecido como a Guerra dos Cem Anos. Quatro guerras em fronteiras estouraram entre 1819 e 1853, tirando milhares de vidas e deixando a tribo Xhosa arrasada por muitas gerações.Na colônia britânica de Natal, a segregação racial foi imposta e “reservas nativas” foram estabelecidas, na mesma época em que plantações enormes de cana-de-açúcar foram feitas. A solução para mão-de-obra foi transformar os indianos em escravos, adicionando mais um grupo étnico à turbulenta mistura que já existia na região.Em 1867, a África do Sul ainda não era considerada uma nação. Quatro colônias regidas por brancos e vários reinos de negros co-existiam. O poder britânico era dominante, mas muitas colônias grandes conseguiram achar suas fontes de poder.
A Descoberta do Ouro e do Diamante
Dizem que em 1866, o jovem Erasmus Jacobs estava brincando na fazenda de seu pai, perto de Hopetown, quando achou uma linda pedra. Um vizinho quis comprá-la, mas a família não achou que a pedra tivesse valor e acabou dando-a, em vez de vendê-la. A linda pedra de Erasmus era o diamante “Eureka”, de 21,25 quilates, que causou a corrida do diamante em Kimberley. Três anos depois, o mesmo vizinho teve sorte novamente, mas dessa vez ele achou uma pedra maior, com 83,5 quilates, que mais tarde foi chamada de “Estrela da África do Sul”.Os diamantes foram encontrados em fazendas da região. O processo de escavação deu origem ao Kimberly Big Hole. Mais de 50 mil pessoas vieram do mundo todo em busca da preciosidade. As condições de vida eram horríveis, mas toda vez que a área parecia estéril, alguém encontrava outra mina vulcânica cheia de diamantes.A propriedade dos diamantes foi motivo de brigas litigiosas. Conhecidas como Grigualand West, as minas foram reivindicadas pelo povo Khoina, que há 70 anos habitava o local. Como as minas estavam nas fronteiras, os governos do estado de Orange Free, da República Sul-Africana e de Cape Colony também queriam uma parte da riqueza. Quando os britânicos chegaram em 1880 e simplesmente anexaram a área, todos discordaram.Kimberley, considerada o centro da indústria de diamantes, foi dominada por nomes como Cecil Rhodes, Charles Rudd e Barney Barnato, que juntos trabalharam para criar um poderoso cartel, que mais tarde foi consolidado e deu origem à De Beers Consolidated Mines. Hoje, sob o comando do grupo Oppenheimers, a De Beers domina o mercado mundial de diamantes.
Ouro nas Colinas
A corrida do ouro começou em 1886, quando George Harrison descobriu a camada Main Reef, em Witatersrand. As fazendas das redondezas foram declaradas propriedade pública e uma nova cidade, Johanesburgo, foi criada na região.Nessa época, o norte tinha assumido o controle da África do Sul, e várias guerras marcaram a luta pelo poder. Em 1979, os Zulus derrubaram as forças britânicas em Isandiwana. Os britânicos, para reagir, derrotaram os Zulus em Ulundi, que hoje é chamada de KwaZulu-Natal.Quando o Transvaal teve sua república proclamada, estourou a guerra Anglo-Boer, de 1880 a 1881. A segunda guerra Anglo-Boer, que resultou na derrota dos Boers, aconteceu entre 1899 e 1902.
Um Novo Mundo
Com as eleições de 1948, Hendrick Verwoerd e D.F. Malan criaram um mundo novo: o apartheid, ou “separação”. Esta posição política nacional trouxe muitas leis novas. Os negros foram forçados a se sentar em bancos públicos separados, usar entradas de prédios diferentes e ter seus próprios banheiros públicos. No ano seguinte, o decreto Mixed Marriages Act proibiu casamentos entre negros e brancos.O decreto mais cruel de todos foi o Popular Registration Act, de 1950, que exigia registros de acordo com as classificações raciais. Os negros eram obrigados a carregar um passe permanentemente, impedindo-os de entrar nas cidades. Mais adiante, um grande número de negros foi enviado a áreas chamadas de townships - áreas de segregação racial e grande pobreza, que quanto mais longe dos olhos dos brancos, melhor.Por 30 anos, o Partido Nacional batalhou para manter o sistema de apartheid, que pregava a censura aos meios de comunicação e a falta de liberdade de expressão. O índice de violência estava aumentando, bem como o número de protestos no país. A África do Sul se transformou em assunto de discussão internacional.
A Resistência Aumenta
A resistência contra o apartheid culminou nos anos 70, quando Steve Biko, um líder popular do Movimento da Consciência Negra, fez um discurso para estudantes negros e brancos, com a intenção de aumentar o orgulho negro e divulgar o movimento. Biko foi espancado até a morte em uma cela de prisão, mas deixou um legado muito maior do que esperava.Outro momento horrível da história sul-africana aconteceu em 1976, quando crianças de um colégio em Soweto foram às ruas para protestar contra a imposição de que Afrikaans fosse seu idioma oficial. Centenas de crianças foram mortas por policiais que atiraram, e mais de 600 negros morreram por protestarem contra a chacina.Nelson Mandela, que na época já estava há nove anos na prisão, tornou-se um herói do movimento, e o Arcebispo Desmond Tutu trabalhou incessantemente por uma solução pacífica. Nos anos 80, violência nas townships já havia se tornado comum. Em 1986, sanções internacionais foram impostas, causando grandes dificuldades econômicas ao país.A estrada para a liberdade foi finalmente aberta em 1990, quando o presidente F.W. de Klerk fez um discurso significativo diante do parlamento, onde repudiou o apartheid e revogou leis que protegiam a discriminação racial.O sinal mais simbólico de mudança permanente veio com a libertação de Nelson Mandela, em 1990. Mandela trabalhou com o presidente para mudar a cara do governo sul-africano. Em 1994, o Arcebispo Desmond Tutu liderou o processo de “Verdade e Reconciliação”, ajudando a fechar antigas feridas. No mesmo ano, foram realizadas as eleições diretas, um movimento emocionante que gerou quilômetros de filas de pessoas que queriam fazer a diferença. Nelson Mandela foi eleito, e após sua aposentadoria em 1999, seu vice-presidente, Thabo Mbeki, foi eleito para seguir os seus passos.
Terceira Eleição Democrática Em 2004
Em 14 de abril de 2004, o Congresso Nacional Africano (ANC) venceu a eleição com 69,68% dos votos. A data escolhida para a Terceira Eleição Democrática da África do Sul para eleger o presidente foi 27 de abril de 2004, para coincidir com a comemoração dos 10 Anos de Liberdade. Em seu discurso, o Presidente Mbeki prometeu solenemente lutar contra a miséria como a parte central do esforço nacional para construir uma nova África do Sul. Nestes dez anos, muitos progressos já foram feitos para melhorar as condições de vida de muita gente e este compromisso ainda continua.




http://www.vamosparaafricadosul.com.br/historia.html

Alunas:liliane alves
larissa Neves



Arte de África


A arte africana representa os usos e costumes das tribos africanas. O objeto de arte é funcional e expressam muita sensibilidade. Nas pinturas, assim como nas esculturas, a presença da figura humana identifica a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos. A escultura foi uma forma de arte muito utilizada pelos artistas africanos usando-se o ouro, bronze e marfim como matéria prima. Representando um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de adquirir forças mágicas, as máscaras têm um significado místico e importante na arte africana sendo usadas nos rituais e funerais. As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer a purificação e a ligação com a entidade sagrada, são modeladas em segredo na selva. Visitando os museus da Europa Ocidental é possível conhecer o maior acervo da arte antiga africana no mundo.
postado por:
Andreza e e Bianca

MARKUS VINICIOS 6ªA
AWDO GLAYDERSON6ªA
A África do Sul é o país mais meridional da África, limitado a norte pela Namíbia, por Botswana e pelo Zimbabwe, a leste por Moçambique e pela Suazilândia, a leste e a sul pelo oceano Índico e a oeste pelo oceano Atlântico, e rodeando por completo o Lesoto. As três capitais são Pretória, Cidade do Cabo e Bloemfontein.


Bandeira





Brasão de armas

Antonio Pedro e Ana Carolina de França 6°A

população africana

População africana



A população da África é de mais de 800 milhões de habitantes, distribuídos em 54 países e representando cerca de um sétimo da população do mundo. Na parte norte do continente, inclusive no Saara, predominam os povos caucasóides, principalmente berberes e árabes. Constituem aproximadamente a quarta parte da população do continente. Ao sul do Saara, predominam os povos negróides, cerca de 70% da população africana. Na África meridional, existe uma concentração de povos khoisan, san (bosquímanos) e khoikhoi (hotentotes). Os pigmeus concentram-se na bacia do rio Congo e na Tanzânia. Agrupados principalmente na África meridional, vivem 5 milhões de brancos de origem européia.


Na África, falam-se mais de mil línguas diferentes. Além do árabe, as mais faladas são o suaíle e o hauçá. As principais famílias ou grupos idiomáticos são o congo-cordofanês, o nilo-saariano, o camito-semítico ou afro-asiático e o das línguas khoisan.

O cristianismo, a religião mais difundida, e o islamismo são as principais religiões. Cerca do 15% dos povos africanos praticam religiões animistas ou locais. Grande parte da atividade cultural africana concentra-se na família e no grupo étnico. Com a intensificação do nacionalismo, a cultura tradicional africana teve recentemente um importante ressurgimento. Abaixo são apresentados alguns índices relativos à população do continente, juntamente com o ano a que se referem.

Área total: 30.272.922 km2População: 783.700.000 (2000) Densidade: 25,88 hab/km2 (2000) População urbana: 289.964.000 (37%) População rural: 493.731.000 (63%) Taxa de crescimento urbano (1995-2000): 4,3% Analfabetismo: 40,3% (2000) Natalidade: (% hab): 37% (1998) Mortalidade: (% hab): 13% (1998) PIB Total: US$ 517,104,000.00 (1998) PIB per capita: US$ 693.00 (1998) Média de idade da população: 18,3 anos (1998)

Camila Alves e Ykaro Joel 6ªA

A culinaria da Africa do Sul

A culinária da África do Sul é bastante variada. Deriva:
Dos costumes indígenas de tribos como os Khoisan, Xhosa e Sotho;
Dos costumes estrangeiros introduzidos durante a época colonial por descendentes afrikaners e britânicos, assim como por seus escravos e serventes - isto inclui as influências da culinária malaia dos povos provenientes da Malásia e de Java.



Essa pesquisa foi retirada http://pt.wikipedia.org/wiki/Culinária_da_África_do_Sul
Kamilla e Thiago 6°A
Segundo Ximenes (2001) a linguagem de uma nação é um organismo vivo, mutável, sujeito a modificações, aberto a interpolações e enxertos de origens diversas. Quer dizer, a língua portuguesa que nós hoje falamos é muito diferente daquela que era falada no início do século passado. Não falo apenas de regras gramaticais, mas também das palavras em si mesmas, já que palavras novas surgem a cada dia, outras deixam de ser utilizadas e outras ainda acabam sendo substituídas. Assim falando fica fácil perceber que a linguagem é uma das áreas mais fáceis de serem influenciadas por alguma cultura estrangeira. Vamos então montar um glossário com alguns exemplos de palavras correntemente utilizadas que tem sua origem nas diversas línguas faladas pelos diferentes povos africanos. A maioria eu encontrei no site Yahoo respostas (2008), todas foram enviadas por usuários do referido site:
Ana carolina de frança

África do Sul

Política
Ver artigo principal: Política da África do Sul
O governo sul-africano funciona segundo um sistema parlamentar, se bem que o Presidente da África do Sul seja ao mesmo tempo chefe de estado e chefe de governo. O presidente é eleito numa sessão conjunta do parlamento bicameral, que consiste de uma Assembléia Nacional (National Assembly), ou câmara baixa, e um Conselho Nacional de Províncias (National Council of Provinces, NCoP), ou câmara alta.
A Assembléia Nacional tem 400 membros, eleitos em representação proporcional. O Conselho Nacional de Províncias, que substituiu o senado em 1997, é composto por 90 membros representando cada uma das nove províncias da África do Sul, além das grandes cidades.
Cada província da África do Sul tem uma Legislatura Provincial unicameral e um Conselho Executivo liderado por um "primeiro-ministro" (premier).

gabriella e jordan 6A
Cultura da África do Sul


Não existe uma única cultura da África do Sul devido à diversidade étnica do país, e cada grupo racial tem a sua própria identidade cultural. Isto pode ser apreciado nas diferenças na alimentação, na música e na dança entre os vários grupos. Há, no entanto, alguns traços unificadores. A culinária sul-africana é fortemente baseada em carne e gerou a reunião social tipicamente sul-africana chamada braai. A África do Sul também se tornou num grande produtor de vinho, possuindo algumas das melhores vinhas do mundo nos vales em torno de Stellenbosch, Franschoek e Paarl. A pouco habitual comida rápida que consiste de grilos fritos também é comum na África do Sul.
Existe uma grande diversidade na
música da África do Sul. Muitos músicos negros que cantavam em afrikaans ou inglês durante o apartheid passaram a cantar em línguas africanas tradicionais, e desenvolveram um estilo único chamado kwaito. Digna de nota é Brenda Fassie, que alcançou fama graças à sua canção "Weekend Special", cantada em inglês. Músicos tradicionais famosos são os Ladysmith Black Mambazo, e o Quarteto de Cordas do Soweto executa música clássica com sabor africano. Os cantores sul-africanos brancos e mestiços tendem a evitar temas musicais tradicionais africanos, preferindo estilos mais europeus. Existe um bom mercado para música afrikaans, que cobre todos os géneros da música ocidental.
A maioria negra do país ainda tem um número substancial de habitantes rurais que levam vidas bastante pobres. É, no entanto, entre estas pessoas que a música e danças tradicionais sobrevivem. À medida que os negros se foram tornando cada vez mais
urbanizados e ocidentalizados, aspectos da cultura tradicional começaram a cair no esquecimento. Os negros urbanos geralmente falam inglês ou afrikaans para além da sua língua natal. Existem grupos mais pequenos mas ainda significativos de falantes de línguas khoi-san, que não são línguas oficiais mas são uma das oito línguas oficialmente reconhecidas. Existem pequenos grupos de falantes de línguas ameaçadas, muitas delas pertencentes à família khoi-san, e que não têm nenhum estatuto oficial. Alguns grupos no interior da África do Sul, no entanto, estão a tentar promover o seu uso.
A minoria branca tem um estilo de vida que é em muitos aspectos semelhante aos estilos de vida da
Europa Ocidental, América do Norte e Australásia. A inimizade histórica entre os brancos de língua afrikaans e de língua inglesa deu lugar a gracejos puramente amigáveis.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_da_%C3%81frica_do_Sul


postado por:Bianca e Andreza





markus vinucios 6ª
awdo glayderson
História



História da África do Sul, e também a Cronologia da História da África do Sul. Os primeiros navegadores europeus, portugueses principalmente, chegaram à África do Sul no século XV. Diogo Cão alcançou a costa sul-africana em 1485 e em 1488 foi a vez de Bartolomeu Dias.
A História do país, propriamente dita, começa no
século XVII com a ocupação permanente da região do Cabo da Boa Esperança pelos holandeses. Em 1909, a união das colónias britânicas de Cabo, Natal, Transval e Orange River origina a nação da África do Sul.
De
1948 a 1993/1994, a estrutura política e social é baseada no apartheid, o sistema legalizado de discriminação racial que manteve o domínio da minoria branca nos campos político, económico e social.
Em
1983, é adotada uma nova constituição que garante uma política de direitos limitados às minorias asiáticas, mas continua a excluir os negros do exercício dos direitos políticos e civis. A maioria negra, portanto, não tem direito de voto nem representação parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do apartheid, é o Partido Nacional, enquanto a principal organização política negra é o Congresso Nacional Africano (ANC), que durante quase 50 anos foi considerado ilegal.
Mais tarde, em
1990, sob a liderança do presidente F. W. de Klerk, o governo sul-africano começa a desmantelar o sistema do apartheid, libertando Nelson Mandela, líder do ANC, e aceitando legalizar esta organização, bem como outras anti-apartheid.
Os passos seguintes no sentido da união nacional são dados em
1991. A abertura das negociações entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constituição democrática, marca o fim de uma época na África do Sul.
Em 1993, o governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comité executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim do Apartheid.
Em Abril de 1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro presidente sul-africano negro. Em
2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de carácter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20 de Setembro de 2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado


http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_do_Sul#Hist.C3.B3ria


alunas:liliane alves
larissa neves

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Nelson Mandela

Nelson Mandela foi presidente da África do Sul 
Mandato: 27 de Abril de 1994 – 1999
Vice-presidente: Frederik Willem de Klerk
Thabo Mbeki
Precedido por: Frederik Willem de Klerk
Sucedido por: Thabo Mbeki
Nascimento: 18 de Julho de 1918 (90 anos)
Qunu, África do Sul
Partido político: Congresso Nacional Africano
Profissão: Advogado

Nelson Rolihlahla Mandela (Qunu, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento anti-apartheid, como ativista, sabotador e guerrilheiro. Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro em luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista. Passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito. Em 1990 foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz, que foi recebido em 2002.


Atividade política

Como jovem estudante de direito, Mandela envolveu-se na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano (conhecido no Brasil pela sigla portuguesa, CNA, e em Portugal pela sigla inglesa, ANC) em 1942, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo (entre outros) uma organização mais dinâmica, a Liga Jovem do ANC/CNA.
Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos africâners Partido Nacional apoiantes da política de segregação racial, Mandela tornou-se activo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.
Comprometido de início apenas com actos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville (21 de Março de 1960), quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180 - e a subsequente ilegalidade do CNA e outros grupos antiapartheid.
Mandela foi um dos maiores líderes políticos da História Moderna.

Prisão

Em 1961 tornou-se comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo, fazendo também planos para uma possível guerrilha se a sabotagem falhasse em acabar com o apartheid; também viajou em coleta de fundos para o MK, e criou condições para um treinamento e atuação paramilitar do grupo.
Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a 5 anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 12 de junho de 1964 foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua ( apesar de ter escapado de uma pena de enforcamento), por planejar ações armadas, em particular sabotagem (o que Mandela admite) e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega). No decorrer dos vinte e seis anos seguintes, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou bandeira de todas as campanhas e grupos antiapartheid ao redor do mundo.
Enquanto estava na prisão, Mandela enviou uma declaração para o CNA (e que viria a público em 10 de Junho de 1980) em que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a ação da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!" [1]
Recusando trocar uma liberdade condicional pela recusa em incentivar a luta armada (Fevereiro de 1985), Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O CNA também foi tirado da ilegalidade.
Nelson Mandela recebeu em 1989 o Prêmio Internacional Al-Gaddafi de Direitos Humanos. Ele e Frederik de Klerk dividiram o Prémio Nobel da paz em 1993.

Presidência do CNA e presidência da África do Sul

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa. Alguns radicais ficaram desapontados com os rumos de seu governo, entretanto; particularmente na ineficácia do governo em conter a crise de disseminação da SIDA/AIDS.

Mandela também foi criticado por sua amizade próxima para com líderes como Fidel Castro (Cuba) e Muammar al-Gaddafi (Líbia), a quem chamou de "irmãos das armas". Sua decisão em invadir o Lesoto, para evitar um golpe de estado naquele país, também é motivo de controvérsia.
Casou-se três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano e aliado do CNA.
Formou-se em Direito e desde cedo deu início à sua atividade política. Com a implantação do regime apartheid no país, no fim da década de 40, assumiu frontalmente a sua oposição à segregação e aos preconceitos raciais. Em consequência foi sujeito à prisão e julgamento em 1962, sendo apenas libertado pelo presidente Frederik de Klerk em 1990. Mandela tornou-se então líder do Congresso Nacional Africano (ANC), do qual já de à muito se tornara referência. A sua experiência de luta contra o apartheid, a sua postura de moderado no período de transição para uma ordem democrática sem segregação, o claro objectivo de operar a reconciliação nacional que norteou as suas relações com o Presidente de Klerk, valeram-lhe um inesgotável prestígio no país e no estrangeiro. Mandela é provavelmente o político com maior autoridade moral no continente Africano, o que lhe tem permitido desempenhar o papel de apaziguador de tensões e conflitos.
Em 1993, com de Klerk, recebeu o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços desenvolvidos no sentido de acabar com a segregação racial. Em Maio de 1994, tornou-se ele próprio o presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeiras eleições multirraciais do país. Cercou-se, para governar, de personalidades do ANC, mas também de representantes de linhas políticas.

Afastamento da política

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Isabel II, e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush.

Ele é uma das duas únicas pessoas de origem não-indiana a receber o Bharat Ratna - distinção mais alta da Índia - em 1990. (A outra pessoa não-indiana é a Madre Teresa de Calcutá.)
Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá e também um dos poucos líderes estrangeiros a receber a Ordem do Canadá.
Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos controversos, atacando a política externa do presidente estadounidense Bush. No mesmo ano, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a SIDA (ou AIDS, no português brasileiro) chamada 46664 - número que lembra a sua matrícula prisional.
Em Junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Sua saúde tem sofrido abalos nos últimos anos e ele deseja aproveitar o tempo que lhe resta com a família. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a SIDA/AIDS. Naquele mesmo mês ele viajou para a Indonésia, a fim de discursar na XV Conferência Internacional sobre a SIDA/AIDS.
Em Novembro de 2006, foi premiado pela Anistia Internacional com o prêmio Embaixador de Consciência 2006 em reconhecimento à liderança na luta pela proteção e promoção dos direitos humanos.
Em junho de 2008 foi realizado um grande show em Londres em homenagem aos seus 90 anos, onde participaram vários cantores mundialmente conhecidos.
Presidência do CNA e presidência da África do Sul
Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa. Alguns radicais ficaram desapontados com os rumos de seu governo, entretanto; particularmente na ineficácia do governo em conter a crise de disseminação da SIDA/AIDS.

Mandela também foi criticado por sua amizade próxima para com líderes como Fidel Castro (Cuba) e Muammar al-Gaddafi (Líbia), a quem chamou de "irmãos das armas". Sua decisão em invadir o Lesoto, para evitar um golpe de estado naquele país, também é motivo de controvérsia.
Casou-se três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano e aliado do CNA.
Formou-se em Direito e desde cedo deu início à sua atividade política. Com a implantação do regime apartheid no país, no fim da década de 40, assumiu frontalmente a sua oposição à segregação e aos preconceitos raciais. Em consequência foi sujeito à prisão e julgamento em 1962, sendo apenas libertado pelo presidente Frederik de Klerk em 1990. Mandela tornou-se então líder do Congresso Nacional Africano (ANC), do qual já de à muito se tornara referência. A sua experiência de luta contra o apartheid, a sua postura de moderado no período de transição para uma ordem democrática sem segregação, o claro objectivo de operar a reconciliação nacional que norteou as suas relações com o Presidente de Klerk, valeram-lhe um inesgotável prestígio no país e no estrangeiro. Mandela é provavelmente o político com maior autoridade moral no continente Africano, o que lhe tem permitido desempenhar o papel de apaziguador de tensões e conflitos.
Em 1993, com de Klerk, recebeu o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços desenvolvidos no sentido de acabar com a segregação racial. Em Maio de 1994, tornou-se ele próprio o presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeiras eleições multirraciais do país. Cercou-se, para governar, de personalidades do ANC, mas também de representantes de linhas políticas.



Fonte da Pesquisa: pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela


Aluno: Asafe Borges Filgueira 
cultura

Não existe uma única cultura da África do Sul devido à diversidade étnica do país, e cada grupo racial tem a sua própria identidade cultural. Isto pode ser apreciado nas diferenças na alimentação, na música e na dança entre os vários grupos. Há, no entanto, alguns traços unificadores. A culinária sul-africana é fortemente baseada em carne e gerou a reunião social tipicamente sul-africana chamada braai. A África do Sul também se tornou num grande produtor de vinho, possuindo algumas das melhores vinhas do mundo nos vales em torno de Stellenbosch, Franschoek e Paarl. A pouco habitual comida rápida que consiste de grilos fritos também é comum na África do Sul.
Existe uma grande diversidade na música da África do Sul. Muitos músicos negros que cantavam em africâner ou inglês durante o apartheid passaram a cantar em línguas africanas tradicionais, e desenvolveram um estilo único chamado kwaito. Digna de nota é Brenda Fassie, que alcançou fama graças à sua canção "Weekend Special", cantada em inglês. Músicos tradicionais famosos são os Ladysmith Black Mambazo, e o Quarteto de Cordas do Soweto executa música clássica com sabor africano. Os cantores sul-africanos brancos e mestiços tendem a evitar temas musicais tradicionais africanos, preferindo estilos mais europeus. Existe um bom mercado para música africâner, que cobre todos os géneros da música ocidental.
A maioria negra do país ainda tem um número substancial de habitantes rurais que levam vidas bastante pobres. É, no entanto, entre estas pessoas que a música e danças tradicionais sobrevivem. À medida que os negros se foram tornando cada vez mais urbanizados e ocidentalizados, aspectos da cultura tradicional começaram a cair no esquecimento. Os negros urbanos geralmente falam inglês, ou africâner, para além da sua língua natal. Existem grupos mais pequenos, mas ainda significativos, de falantes de línguas khoi-san, que não são línguas oficiais mas são uma das oito línguas oficialmente reconhecidas. Também existem pequenos grupos de falantes de línguas ameaçadas, muitas delas pertencentes à família khoi-san, e que não têm nenhum estatuto oficial. Alguns grupos no interior da África do Sul, no entanto, estão a tentar promover o seu uso.
A minoria branca tem um estilo de vida que é em muitos aspectos semelhante aos estilos de vida da Europa Ocidental, América do Norte e Australásia. A inimizade histórica entre os brancos de língua africâner e de língua inglesa deu lugar a gracejos puramente amigáveis.
Apesar de terem sofrido muita discriminação durante o apartheid, os mulatos tendem a relacionar-se mais com a cultura branca sul-africana do que com a negra, em particular a comunidade de língua africâner, cuja língua e crenças religiosas são semelhantes ou idênticas às dos bôeres brancos. Uma pequena minoria de "mulatos", conhecidos como malaios do Cabo, são muçulmanos.
Os asiáticos, predominantemente de origem indiana, preservam a sua própria herança cultural, línguas e crenças religiosas, professando ou o hinduísmo ou o islão sunita, e falando inglês, com línguas indianas como o Telugu ou o Gujarati a ser faladas com menos frequência. Existe uma comunidade chinesa bastante mais pequena, se bem que o seu número tenha vindo a crescer devido á imigração de Taiwan. Uma vez que os taiwaneses eram classificados como brancos e não como asiáticos durante o apartheid, eles tendem a ser em muitos aspectos mais semelhantes aos brancos do que aos outros asiáticos.
O crime é um problema sério na África do Sul, especialmente o crime violento. De acordo com um estudo das Nações Unidas (veja os resultados) a África do Sul ocupa o primeiro lugar no assassínio com arma de fogo, no homicídio involuntário, na violação e na agressão. É segundo em homicídio e quarto em roubo. Este facto teve um impacto profundo na sociedade: muitos dos sul-africanos mais ricos mudaram-se para comunidades fechadas, trocando os bairros comerciais de algumas cidades pela relativa segurança dos subúrbios. Este efeito é mais pronunciado em Joanesburgo, embora a tendência também se note noutras cidades. Muitos emigrantes sul-africanos afirmam que o crime foi uma motivação para a sua saída do país.
(Thais e Bruno)
animais da Africa
ana carolina
carlos mateus
http://www.junior.te.pt/Final/Bairro/ImgA/mundoanimal/leao11.jpg
A História do país, propriamente dita, começa no século XVII com a ocupação permanente da região do Cabo da Boa Esperança pelos holandeses. Em 1909, a união das colónias britânicas de Cabo, Natal, Transval e Orange River origina a nação da África do Sul.
De
1948 a 1993/1994, a estrutura política e social é baseada no apartheid, o sistema legalizado de discriminação racial que manteve o domínio da minoria branca nos campos político, económico e social.
Em
1983, é adotada uma nova constituição que garante uma política de direitos limitados às minorias asiáticas, mas continua a excluir os negros do exercício dos direitos políticos e civis. A maioria negra, portanto, não tem direito de voto nem representação parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do apartheid, é o Partido Nacional, enquanto a principal organização política negra é o Congresso Nacional Africano (ANC), que durante quase 50 anos foi considerado ilegal.
Mais tarde, em
1990, sob a liderança do presidente F. W. de Klerk, o governo sul-africano começa a desmantelar o sistema do apartheid, libertando Nelson Mandela, líder do ANC, e aceitando legalizar esta organização, bem como outras anti-apartheid.
Os passos seguintes no sentido da união nacional são dados em
1991. A abertura das negociações entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constituição democrática, marca o fim de uma época na África do Sul.
Em 1993, o governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comité executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim do Apartheid.
Em Abril de 1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro presidente sul-africano negro. Em
2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de carácter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20 de Setembro de 2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado.
ANIMAL DA AFRICA
awdo glayderson 6ª
markus vinicos6ª
Revista África e Africanidades

Em agosto de 2007 surgiu o Espaço África e Africanidades (
www.africaeafricanidades.wordpress.com), cujo objetivo principal era subsidiar professores e estudantes a partir da disponibilização de materiais e divulgação de fontes de pesquisas, cursos e eventos sobre história, cultura e literatura africana e afro-brasileira. Em pouco tempo confirmamos a nossa hipótese inicial e que motivou a primeira empreitada (as informações sobre a temática ainda são insuficientes, dispersas, pesquisadores e suas produções acadêmicas ainda ganham espaço secundário em relação a outros conteúdos, com exceção dos grandes centros de pesquisa com pouco espaço para novos pesquisadores; e que o interesse pelo tema vem crescendo em todos os campos da sociedade). No período de agosto de 2007 a maio de 2007, o espaço África e Africanidades recebeu em torno de 5.648 visitas com diversos pedidos de materiais e apoio a pesquisas e planejamentos para sala de aula. Dessa demanda explícita, nasceu um novo projeto, ousado pela falta de patrocínio, equipe reduzida e composta por voluntários, _ nasce a Revista África e Africanidades.

nome:marcelo abrantes E luis carlos
6° "A"

Antonio pedro 6ºA

aFrIcAnIdAdEs

Revista África e Africanidades

Em agosto de 2007 surgiu o Espaço África e Africanidades (
www.africaeafricanidades.wordpress.com), cujo objetivo principal era subsidiar professores e estudantes a partir da disponibilização de materiais e divulgação de fontes de pesquisas, cursos e eventos sobre história, cultura e literatura africana e afro-brasileira. Em pouco tempo confirmamos a nossa hipótese inicial e que motivou a primeira empreitada (as informações sobre a temática ainda são insuficientes, dispersas, pesquisadores e suas produções acadêmicas ainda ganham espaço secundário em relação a outros conteúdos, com exceção dos grandes centros de pesquisa com pouco espaço para novos pesquisadores; e que o intedemanda explícita, nasceu um novo projeto, ousado pela falta de patrocínio, equipe reduzida e composta por voluntários, _ nasce a Revista África e Africanidades. resse pelo tema vem crescendo em todos os campos da sociedade). No período de agosto de 2007 a maio de 2007, o espaço África e Africanidades recebeu em torno de 5.648 visitas com diversos pedidos de materiais e apoio a pesquisas e planejamentos para sala de aula. Dessa

ana carolina de frança 6°A
ARTES, CULTURA & ESPORTES

As artes na África do Sul estão vivas e prosperando. Os primeiros artistas do país foram o povo San que decoravam suas cavernas com pinturas nas rochas e gravuras de animais.Mais tarde, artistas como Pierneef e Thomas Baines adicionaram um toque europeu na arte da comunidade local, que resultou em umaproposta de arte que é uma fusão de culturas e um produto mundial.
Pinturas nos vilarejos, esculturas, entalhes em madeira, cestarias, arte em miçangas e em arames e cerâmicas se tornaram populares no mundo todo.
Também, o cenário da música nacional está vivo e vibrante com sons distintos que abrangem desde o "Pennywhistle" e o "Kwaito" (Pop Africano) até o Soul, Jazz, Reggae e o Hip-hop.No cenário dos palcos, a África do Sul teve o reconhecimento internacional resumido por grandes nomes como “Ipi Tombi”, “Umoja” e "African Footprint".
A indústria cinematográfica sul-africana está experimentando um crescimento e sucesso jamais vistos com filmes como “u-Carmen”, “eKhayelitsha”.

animais da Africa
ana carolina correia
carlos mateus

ana carolina correia
carlos mateus
Teatro

Existem duas tradições teatrais estabelecidas na África do Sul: a africana — desenvolvida com o passar dos séculos — e a européia, introduzida na cultura da África há dois séculos e meio. Recentemente, uma nova tradição híbrida desenvolveu elementos contidos nas duas antigas.
O desenvolvimento das tradições contemporâneas tem sido influenciado pelas raízes européias. A nova tradição, no entanto, é ancorada na forma de desempenho da tradição africana, apresentando características com interessantes variações urbanas populares.

Artscape
The South African State Theatre
Theatre on the Bay
Teatro Baxter de Cape Town
African Bank Market Theatre
Civic Theatre
The Sound Stage

http://www.africadosul.org.br/cultura.asp

Alunas:Lorena e Liliane
6ªA




awdo glayderson 6ª
markus vinicos6ª

ana carolina correia
carlos mateus

awdo glayderson 6ª
markus vinicos6ª


ana carolina correia

carlos mateus

http://s67.flogao.com.br/2008/04/19/36/123950631.jpg



ana carolina correia

carlos mateus

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A expressão africanidades brasileiras refere-se
às raízes da cultura brasileira que têm origem africana.
Dizendo de outra forma, queremos nos reportar ao
modo de ser, de viver, de organizar suas lutas, próprio
dos negros brasileiros e, de outro lado, às marcas da
cultura africana que, independentemente da origem
étnica de cada brasileiro, fazem parte do seu dia-a-dia.
Possivelmente, alguns pensem: Realmente, é verdade
o que vem de ser dito, pois todos nós comemos
feijoada, cantamos e dançamos samba e alguns
freqüentamos academia de capoeira. E isto,
sem dúvidas, é influência africana. De fato o é,
mas há que completar o pensamento, vislumbrando
os múltiplos significados que impregnam cada uma
destas manifestações. Feijoada, samba, capoeira resultaram
de criações dos africanos que vieram escravizados
para o Brasil e de seus descendentes e
representam formas encontradas para sobreviver,
para expressar um jeito de construir a vida, de sentila,
de vivê-la. Assim, uma receita de feijoada, de
vatapá ou de qualquer outro prato contém mais do
que a combinação de ingredientes: é o retrato de
busca de soluções para manutenção da vida física,
de lembrança dos sabores da terra de origem. A capoeira
, hoje um jogo que promove o equilíbrio do
corpo e do espírito pelo seu cultivo, nasceu como
instrumento de combate, de defesa.
Africanidades brasileiras, pois, ultrapassam o
dado ou o evento material, como um prato de
sarapatel, uma apresentação de rap. Elas se constituem
nos processos que geraram tais dados e eventos,
hoje incorporados pela sociedade brasileira.
Elas se constituem também dos valores que motivaram
tais processos e deles resultaram. Então, estudar
Africanidades Brasileiras significa estudar um
jeito de ver a vida, o mundo, o trabalho, de conviver
e lutar por sua dignidade, próprio dos descendentes
de africanos que, ao participar da construção da nação
brasileira, vão deixando nos outros grupos étnicos
com que convivem suas influências, e, ao mesmo
tempo, recebem e incorporam as daqueles.
Com que finalidades estudar
Africanidades Brasileiras?
Muitas são as finalidades por que devemos incluir
Africanidades Brasileiras no currículo escolar.
Por exemplo:
• ensinar e aprender como os descendentes de africanos
vêm, nosmais de quinhentos anos de Brasil, construindo
suas vidas e suas histórias, no interior do seu
grupo étnico e no convívio com outros grupos;
• conhecer e aprender a respeitar as expressões culturais
negras que compõem a história e a vida de
nosso país, mas, no entanto, são pouco valorizadas;
• compreender e respeitar diferentes modos de ser,
viver, conviver e pensar;
• discutir as relações étnicas, no Brasil, e analisar a
perversidade da assim designada democracia racial;
• refazer concepções relativas à população negra,
forjadas com base em preconceitos.
Propondo encaminhamentos
Schenetzier dá-nos importantes indicações. A
aprendizagem, diz ela, consiste em reorganização.



e desenvolvimento das concepções dos alunos; implica,
pois, mudança conceitual. Embora referindo-
se a conhecimentos prévios em Química, a afirmativa
da autora também diz respeito à aprendizagem
em todas as outras áreas do conhecimento. Calcule-
se o valor desse entendimento quando são tratados
conteúdos pouco valorizados pela sociedade,
quando, ao ensiná-los, pretende-se apagar preconceitos,
corrigir idéias, atitudes forjadas com base
nas destruidoras ideologias do racismo, do branqueamento.
Schenetzier, citando Andersen, pondera que
ensinar implica, entre outras coisas, busca de estratégias
úteis para proceder à mudança conceitual.
Para tanto, os professores deveriam:
• buscar conhecer as concepções prévias de seus alunos
a respeito do estudado, ouvindo-os falar sobre elas; Atabaquemarca oritmodemúsica litúrgica



Amanda N °03
Raquel n º35
6 a matutino


http://www.revistadoprofessor.com.br/system/biblioteca/materias/AFRICANIDADE.pdf